sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Doenças Digestivas: Um Novo Enfoque para Úlceras, Indigestões e Azias
Doenças Digestivas: Um Novo Enfoque para Úlceras, Indigestões e Azias
Sempre que o indivíduo perde espaço bucal, a língua se pressuriza e entra em disfunção. A língua dentro da boca funciona como uma verdadeira válvula de oxigenação e de equilíbrio do funcionamento fisiológico dos vários sistemas biológicos, como o sistema respiratório, circulatório e digestivo. Ninguém pode viver sem a língua. Pode-se apenas remover uma pequena parte dela, mas esta parte jamais poderá ultrapassar vinte porcento, sob pena do indivíduo perecer. Noventa porcento de quase todas as mazelas humanas têm algum início etiológico na boca.
Um processo sensitivo proprioceptivo é um processo biofisiológico que nos proporciona a tomada de consciência de tudo o que se passa em nós e à nossa volta e que nos dá a possibilidade de defesa, de ataque e de vida.
Quando qualquer alimento é introduzido em nossa boca, no exato momento em que ele entra em contato com as papilas sensoriais da língua, são disparadas informações nervosas e bioquímicas pelo nosso corpo: todo o sistema toma conhecimento dos elementos químicos, de sua quantidade e qualidade dentro da boca. Uma imensa rede de informações nervosas é disparada e imediatamente se forma um tipo especial de saliva para aquele momento em particular, com a finalidade de dissolver e retirar os elementos químicos realmente necessários para a manutenção do corpo.
Engolimos saliva numa média de 1.400 vezes por dia. Às vezes até mais que isso. Se esta saliva estiver alterada, muito ácida ou demais alcalina, com desequilíbrio em seu pH, ela vai alterar e desorganizar o suco gástrico, provocando perturbações digestivas que podem resultar em indigestões, gastrites e úlceras. É, portanto, vital o equilíbrio do pH da nossa saliva. Sua função é preparar o alimento para a correta digestão ao nível do estômago e dos intestinos, separando certos elementos químico-energéticos contidos no bolo alimentar, para serem aproveitados pelo organismo segundo as solicitações de cada sistema orgânico, de cada órgão e de cada célula.
A saliva sofre solicitações de toda ordem em sua composição química, dependendo das necessidades biofísica-psicossocial e até comportamental do indivíduo. Para cada momento de tempo e de espaço, existe um tipo especial de saliva. Até os nossos tensionamentos mais sutis podem ser detectados pela saliva. Tente cuspir quando você estiver nervoso ou assustado. A saliva, nesta situação, some e a boca fica seca.
Pois bem: sabemos que todo o ato proprioceptivo forma um tipo de saliva especial para aquele momento. Assim, vai depender desta propriocepção, a nível da língua, o equilíbrio básico do pH de nosso aparelho digestivo e os sucos gástricos em elaboração. Ora, se a saliva se encontra alterada é óbvio que também vamos ter sérias alterações em nossos sucos gástricos, daí a razão das úlceras gástricas, duodenais, azias e indigestões.
A importância do sistema proprioceptivo da língua pode ser testada por qualquer um: experimente tomar um copo de coca-cola ou de cerveja em goles pequenos e bochechar umas vinte ou trinta vezes cada gole, antes de engolir. No segundo ou terceiro gole perde-se toda a vontade de beber. Quando o sistema proprioceptivo está alerta, nós só comemos aquilo que realmente precisamos e na quantidade justa e exata para suprir as necessidades do organismo. As pessoas costumam empanturrar-se de comida ou de bebida quando ludibriam o sistema proprioceptivo: engolem tudo muito rápido, não permitem a intimização dos alimentos com a saliva e com os receptores sensoriais da língua.
Quando não damos tempo para a propriocepção digestiva bucal, passamos não só a comer mais do que o necessário, como comemos também aquilo que não precisamos. A biocibernética bucal descobriu que a compressão da língua, por falta de espaço bucal, gera não só a perda proprioceptiva desse órgão, como também gera o tensionamento dos ductos salivares. Prensados, estes condutos terão seus diâmetros diminuídos ou interrompidos, impedindo a sua saída correta, adequada e no tempo certo dos sucos que vão compor a saliva. A quebra deste equilíbrio altera a saliva, desorganiza a bioquímica do corpo e o pH bucal.
Como visto, a causa dos desequilíbrios sistêmicos, na maioria das vezes, é uma alteração morfofisiológica do contexto bucal, uma diminuição de suas formas. Nesta situação, há falta de espaço fisiológico para a língua. Quando se faz as correções biocibernéticas bucais, aumentando os espaços, as primeiras melhoras que os pacientes apresentam são relacionadas ao sistema digestivo. Indigestões, azias e gastrites desaparecem completamente em questão de dias. Já em trinta, sessenta e noventa dias, regridem totalmente até as úlceras gástricas e duodenais mais renitentes. No livro citado, comenta-se que até uma úlcera duodenal amplamente caracterizada através dos sintomas doloridos e confirmada por radiografias regrediram e desapareceram, quando sua origem foi caracterizada por um desequilíbrio do pH salivar, em razão de uma postura bucal não correta.
[continua]
Um processo sensitivo proprioceptivo é um processo biofisiológico que nos proporciona a tomada de consciência de tudo o que se passa em nós e à nossa volta e que nos dá a possibilidade de defesa, de ataque e de vida.
Quando qualquer alimento é introduzido em nossa boca, no exato momento em que ele entra em contato com as papilas sensoriais da língua, são disparadas informações nervosas e bioquímicas pelo nosso corpo: todo o sistema toma conhecimento dos elementos químicos, de sua quantidade e qualidade dentro da boca. Uma imensa rede de informações nervosas é disparada e imediatamente se forma um tipo especial de saliva para aquele momento em particular, com a finalidade de dissolver e retirar os elementos químicos realmente necessários para a manutenção do corpo.
Engolimos saliva numa média de 1.400 vezes por dia. Às vezes até mais que isso. Se esta saliva estiver alterada, muito ácida ou demais alcalina, com desequilíbrio em seu pH, ela vai alterar e desorganizar o suco gástrico, provocando perturbações digestivas que podem resultar em indigestões, gastrites e úlceras. É, portanto, vital o equilíbrio do pH da nossa saliva. Sua função é preparar o alimento para a correta digestão ao nível do estômago e dos intestinos, separando certos elementos químico-energéticos contidos no bolo alimentar, para serem aproveitados pelo organismo segundo as solicitações de cada sistema orgânico, de cada órgão e de cada célula.
A saliva sofre solicitações de toda ordem em sua composição química, dependendo das necessidades biofísica-psicossocial e até comportamental do indivíduo. Para cada momento de tempo e de espaço, existe um tipo especial de saliva. Até os nossos tensionamentos mais sutis podem ser detectados pela saliva. Tente cuspir quando você estiver nervoso ou assustado. A saliva, nesta situação, some e a boca fica seca.
Pois bem: sabemos que todo o ato proprioceptivo forma um tipo de saliva especial para aquele momento. Assim, vai depender desta propriocepção, a nível da língua, o equilíbrio básico do pH de nosso aparelho digestivo e os sucos gástricos em elaboração. Ora, se a saliva se encontra alterada é óbvio que também vamos ter sérias alterações em nossos sucos gástricos, daí a razão das úlceras gástricas, duodenais, azias e indigestões.
A importância do sistema proprioceptivo da língua pode ser testada por qualquer um: experimente tomar um copo de coca-cola ou de cerveja em goles pequenos e bochechar umas vinte ou trinta vezes cada gole, antes de engolir. No segundo ou terceiro gole perde-se toda a vontade de beber. Quando o sistema proprioceptivo está alerta, nós só comemos aquilo que realmente precisamos e na quantidade justa e exata para suprir as necessidades do organismo. As pessoas costumam empanturrar-se de comida ou de bebida quando ludibriam o sistema proprioceptivo: engolem tudo muito rápido, não permitem a intimização dos alimentos com a saliva e com os receptores sensoriais da língua.
Quando não damos tempo para a propriocepção digestiva bucal, passamos não só a comer mais do que o necessário, como comemos também aquilo que não precisamos. A biocibernética bucal descobriu que a compressão da língua, por falta de espaço bucal, gera não só a perda proprioceptiva desse órgão, como também gera o tensionamento dos ductos salivares. Prensados, estes condutos terão seus diâmetros diminuídos ou interrompidos, impedindo a sua saída correta, adequada e no tempo certo dos sucos que vão compor a saliva. A quebra deste equilíbrio altera a saliva, desorganiza a bioquímica do corpo e o pH bucal.
Como visto, a causa dos desequilíbrios sistêmicos, na maioria das vezes, é uma alteração morfofisiológica do contexto bucal, uma diminuição de suas formas. Nesta situação, há falta de espaço fisiológico para a língua. Quando se faz as correções biocibernéticas bucais, aumentando os espaços, as primeiras melhoras que os pacientes apresentam são relacionadas ao sistema digestivo. Indigestões, azias e gastrites desaparecem completamente em questão de dias. Já em trinta, sessenta e noventa dias, regridem totalmente até as úlceras gástricas e duodenais mais renitentes. No livro citado, comenta-se que até uma úlcera duodenal amplamente caracterizada através dos sintomas doloridos e confirmada por radiografias regrediram e desapareceram, quando sua origem foi caracterizada por um desequilíbrio do pH salivar, em razão de uma postura bucal não correta.
[continua]
Labels: biocibernética bucal, sistema digestivo
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Boca e Saúde - 1
http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/search?q=boca
Fonte: Newton Nogueira de Sá, A Cura pelos Dentes. Biocibernética Bucal: uma revolução na saúde, 3a Edição, Editora Ícone, 1990.
Boca e Saúde - 1
A boca humana possui quatro dimensões geométricas: altura, largura (lateralidade), profundidade e uma quarta dimensão que é o vazio (ôco), que é o espaço onde a línguatrabalha. Se este espaço ôco for muito pequeno (devido à má formação genética), insuficiente para acomodar confortavelmente a língua, está será obrigada a deslocar-se parcialmente em direção à garganta. Isto irá acarretar uma certa obstrução na orofaringe (parte posterior da língua), perturbando a passagem desimpedida do ar das narinas para os pulmões. Esta perturbação no sistema respiratório irá também ter reflexo prejudicial nosistema circulatório do sangue (portanto, cardíaco) e no sistema digestivo. Todos os problemas fisiológicos (doenças, enfermidades, distúrbios e desconfortos orgânicos) estão relacionados com esses três sistemas do nosso corpo: respiratório, circulatório e digestivo. O conjunto de técnicas odontológicas que procuram ampliar o espaço bucal para minimizar ou, mesmo, curar todos esses problemas fisiológicos humanos é chamado de Biocibernética Bucal, área da ciência iniciada por dentistas-pesquisadores brasileiros.
A língua na boca funciona como uma verdadeira válvula de oxigenação, representando para o nosso sistema respiratório papel semelhante ao do coração no sistema circulatório. Portanto, o problema causado pelo espaço insuficiente para a língua na boca pode acarretar sérias conseqüências para todo o equilíbrio fisiológico do corpo humano, já que o ar é o elemento mais importante em termos de aporte energético para a manutenção da vida no nosso corpo (não podemos passar muitos minutos sem ele, caso contrário morremos). Portanto, uma quarta dimensão bucal atrofiada gera inevitavelmente uma quebra no equilíbrio biológico, com os seus efeitos atingindo os vários sistemas fisiológicos que lhe são associados. A compreensão correta deste conceito permite gerar uma nova abordagem para a bronquite asmática, a epilepsia, bem como entender a causa básica de toda sorte de moléstias de origem respiratória, circulatória e digestiva.
Bronquites: A Causa e a Cura está no Espaço Vazio da Boca
A bronquite crônica ou asmática não foi ainda debelada pelos tratamentos clássicos ortodoxos porque ela vem sendo tratada em seus efeitos colaterais e finais, e não em seus efeitos causais. Um dado fundamental: todo o paciente brônquico, sem exceção, sofre de uma perda muito grande de espaço bucal, isto é, todos eles têm sua quarta dimensão profundamente reduzida. Desta forma, nesses indivíduos a língua se vê gravemente comprimida em seu espaço funcional. Sem espaço fisiológico suficiente para se alojar, a língua é projetada para trás, tombando a epiglote sobre a laringe e comprimindo a glote. Assim, o canal de entrada e de saída do ar dos pulmões fica sempre muito bloqueado, como uma mangueira semi-obstruída por um poderoso garrote.
É aí que reside a origem, a causa e o tratamento correto de todas as formas de bronquites. Os brônquios pulmonares são como árvores que se iniciam na traquéia, vão até os pequenos bronquíolos que terminam nos alvéolos. É ali que se processa a troca de oxigênio com gás carbônico da corrente sangüínea, via células do sangue chamadas de hemácias.
A bronquite - que pode ser aguda ou crônica - é uma irritação ou inflamação dos bronquíolos. As bronquites agudas são geralmente benignas e de curta duração, não apresentando maiores complicações. Já as bronquites crônicas apresentam maiores perigos e são, pelos conceitos clássicos, de difícil solução.
A árvore brônquica produz, em condições normais, uma média de 100 centímetros cúbicos de muco por dia. Esse muco é uma substância viscosa constituída por uma combinação de proteínas e hidratos de carbono, sendo uma de suas funções o aquecimento do ar inalado e, também, funcionar como filtro para as bactérias e demais partículas nocivas ao bom funcionamento pulmonar. Com a atrofia da quarta dimensão bucal, com a redução do vazio da boca e o tensionamento da língua sobre a epiglote e glote, todo o sistema entra em desarmonia.
Como todo ser humano necessita de uma certa e definida quantidade de ar - num determinado espaço de tempo - para sua sobrevivência, o organismo do indivíduo aciona um mecanismo de compensação quando sente diminuído o fluxo de ar que entra em seus pulmões: faz isso acelerando a velocidade do fluxo respiratório, alterando sua freqüência. Em um indivíduo brônquico, a freqüência respiratória completa (inspiração+expiração) atinge 15, 20, 25, 30 ou até mais vezes por minuto, enquanto que num indivíduo adulto normal, em estado de repouso, esta freqüência fica na faixa de 10 a 12 vezes por minuto.
Aqui começa o problema: a passagem excessivamente rápida do ar pelas mucosas que revestem a orofaringe e os brônquios provoca uma evaporação mais rápida do muco ali existente e o organismo assim desequilibrado adota medidas compensatória: o organismo passa a produzir mais muco para evitar lesões (devido ao maior ressecamento e resfriamento nas mucosas) e manter a integridade das mucosas.
O muco formado na orofaringe é facilmente eliminado através da deglutição e dos escarros; já o muco formado nos brônquios não tem como ser removido facilmente e, sob efeito da gravidade, esse muco tende a descer e se alojar nas partes mais interiores dos pulmões. Isso diminui a passagem do ar, principalmente a nível dos alvéolos. Com essa diminuição da passagem do ar, o fluxo respiratório torna-se ainda mais acelerado e o organismo tende novamente a aumentar a produção do muco protetor, criando um ciclo vicioso de desequilíbrio.
Em casos extremos, o organismo não consegue produzir muco protetor suficiente e a árvore brônquica passa a sofrer ressecamento intenso, que provoca fissuras e rachaduras que podem extravasar o plasma sangüíneo e criar um meio de cultura ideal para a formação de colônias de germes.
O tratamento biocibernético consiste na introdução de aparelhos endobucais para obter a postura correta dos maxilares, língua e dentes que levem a uma conformação postural benéfica de toda a estrutura corporal. Raramente o tratamento da bronquite ultrapassa 60 ou 90 dias.
[continua]
A língua na boca funciona como uma verdadeira válvula de oxigenação, representando para o nosso sistema respiratório papel semelhante ao do coração no sistema circulatório. Portanto, o problema causado pelo espaço insuficiente para a língua na boca pode acarretar sérias conseqüências para todo o equilíbrio fisiológico do corpo humano, já que o ar é o elemento mais importante em termos de aporte energético para a manutenção da vida no nosso corpo (não podemos passar muitos minutos sem ele, caso contrário morremos). Portanto, uma quarta dimensão bucal atrofiada gera inevitavelmente uma quebra no equilíbrio biológico, com os seus efeitos atingindo os vários sistemas fisiológicos que lhe são associados. A compreensão correta deste conceito permite gerar uma nova abordagem para a bronquite asmática, a epilepsia, bem como entender a causa básica de toda sorte de moléstias de origem respiratória, circulatória e digestiva.
Bronquites: A Causa e a Cura está no Espaço Vazio da Boca
A bronquite crônica ou asmática não foi ainda debelada pelos tratamentos clássicos ortodoxos porque ela vem sendo tratada em seus efeitos colaterais e finais, e não em seus efeitos causais. Um dado fundamental: todo o paciente brônquico, sem exceção, sofre de uma perda muito grande de espaço bucal, isto é, todos eles têm sua quarta dimensão profundamente reduzida. Desta forma, nesses indivíduos a língua se vê gravemente comprimida em seu espaço funcional. Sem espaço fisiológico suficiente para se alojar, a língua é projetada para trás, tombando a epiglote sobre a laringe e comprimindo a glote. Assim, o canal de entrada e de saída do ar dos pulmões fica sempre muito bloqueado, como uma mangueira semi-obstruída por um poderoso garrote.
É aí que reside a origem, a causa e o tratamento correto de todas as formas de bronquites. Os brônquios pulmonares são como árvores que se iniciam na traquéia, vão até os pequenos bronquíolos que terminam nos alvéolos. É ali que se processa a troca de oxigênio com gás carbônico da corrente sangüínea, via células do sangue chamadas de hemácias.
A bronquite - que pode ser aguda ou crônica - é uma irritação ou inflamação dos bronquíolos. As bronquites agudas são geralmente benignas e de curta duração, não apresentando maiores complicações. Já as bronquites crônicas apresentam maiores perigos e são, pelos conceitos clássicos, de difícil solução.
A árvore brônquica produz, em condições normais, uma média de 100 centímetros cúbicos de muco por dia. Esse muco é uma substância viscosa constituída por uma combinação de proteínas e hidratos de carbono, sendo uma de suas funções o aquecimento do ar inalado e, também, funcionar como filtro para as bactérias e demais partículas nocivas ao bom funcionamento pulmonar. Com a atrofia da quarta dimensão bucal, com a redução do vazio da boca e o tensionamento da língua sobre a epiglote e glote, todo o sistema entra em desarmonia.
Como todo ser humano necessita de uma certa e definida quantidade de ar - num determinado espaço de tempo - para sua sobrevivência, o organismo do indivíduo aciona um mecanismo de compensação quando sente diminuído o fluxo de ar que entra em seus pulmões: faz isso acelerando a velocidade do fluxo respiratório, alterando sua freqüência. Em um indivíduo brônquico, a freqüência respiratória completa (inspiração+expiração) atinge 15, 20, 25, 30 ou até mais vezes por minuto, enquanto que num indivíduo adulto normal, em estado de repouso, esta freqüência fica na faixa de 10 a 12 vezes por minuto.
Aqui começa o problema: a passagem excessivamente rápida do ar pelas mucosas que revestem a orofaringe e os brônquios provoca uma evaporação mais rápida do muco ali existente e o organismo assim desequilibrado adota medidas compensatória: o organismo passa a produzir mais muco para evitar lesões (devido ao maior ressecamento e resfriamento nas mucosas) e manter a integridade das mucosas.
O muco formado na orofaringe é facilmente eliminado através da deglutição e dos escarros; já o muco formado nos brônquios não tem como ser removido facilmente e, sob efeito da gravidade, esse muco tende a descer e se alojar nas partes mais interiores dos pulmões. Isso diminui a passagem do ar, principalmente a nível dos alvéolos. Com essa diminuição da passagem do ar, o fluxo respiratório torna-se ainda mais acelerado e o organismo tende novamente a aumentar a produção do muco protetor, criando um ciclo vicioso de desequilíbrio.
Em casos extremos, o organismo não consegue produzir muco protetor suficiente e a árvore brônquica passa a sofrer ressecamento intenso, que provoca fissuras e rachaduras que podem extravasar o plasma sangüíneo e criar um meio de cultura ideal para a formação de colônias de germes.
O tratamento biocibernético consiste na introdução de aparelhos endobucais para obter a postura correta dos maxilares, língua e dentes que levem a uma conformação postural benéfica de toda a estrutura corporal. Raramente o tratamento da bronquite ultrapassa 60 ou 90 dias.
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Labels: biocibernética bucal, bronquite
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Relacionamento dos dentes e orgãos
Life Center Osteopática
Relação entre oclusão dentária e desalinhamento da Atlas e da postura
www.centrosteopaticovida.com
Descobrimos que o realinhamento da Atlas é capaz de influenciar positivamente a qualquer posição da mandíbula incorreta, permitindo uma melhora da má oclusão. Desconforto como neuralgia trigeminal ou síndrome da ATM (articulação temporomandibular) podem piorar devido ao posicionamento incorreto do Atlas.
Muitas pessoas relataram que eles observaram mudanças no alinhamento do maxilar após tratamento Atlas: se a mandíbula é apenas ligeiramente desviado, corrigindo o Atlas, o problema poderia ser resolvido espontaneamente.
Em certos casos, após correcção do paciente Atlas reacquires postura perfeitamente simétrica. Em outros casos, no entanto, a posição é corrigido apenas parcialmente. Por isso nos perguntamos o que essa diferença pode ser devido a reação.
Após a observação cuidadosa foi possível concluir que, em indivíduos cuja postura é corrigida apenas parcialmente, a mandíbula também estava passando por uma grande desalinhamento (má oclusão).
Em casos extremos de oclusão, apenas Atlas correcção não é possível conseguir a dissolução completa do problema e, portanto, é necessário agir directamente sobre o maxilar e, mais concretamente, sobre os dentes, que são responsáveis pela posição incorreta dos mesmos.
Teste para verificar o desalinhamento maxilar (oclusão)
Verificar a presença de uma má oclusão é muito simples, basta olhar no espelho com a boca fechada e descontraído com os dentes, ou, melhor ainda, tirar uma foto do rosto e, em seguida, observar com cuidado.
Como eu podia ver na imagem abaixo, as linhas de referência para permitir a considerar mandíbula em relação ao crânio.
Se a mandíbula é alinhado e está na posição ideal, então a linha do olho é perfeitamente paralela à linha dos lábios (L = R da imagem) e do centro do queixo é na linha mediana rosto.
Se houver um desvio nesta situação ideal, significa que existe uma oclusão.
Como faço para corrigir más oclusões?
Modificando apenas os dentes se obtém o alinhamento inicial da mandíbula e oclusão assim correcta. Com outros tipos de tratamento realizado no músculo no maxilar é obtido apenas um efeito temporário!
Existem várias possibilidades para modificar a altura ea área de contacto dos dentes. É aconselhável conversar com um dentista competente que conhece a relação entre postura e oclusão. O que conta no final é o resultado: a mandíbula devem estar alinhados! Muitas vezes vemos pessoas com má oclusão significativa convencido de ter resolvido o problema só porque você tem um aparelho dental (mordida)! Se o teste descrito acima indica que a mandíbula é desalinhada, então isso significa que existe oclusão independentemente do que disse o dentista!
É absolutamente necessário para resolver a má oclusão, é uma questão essencial para que nós envelhecemos, a manutenção da saúde!
Outro ponto importante a se curar e continuar a manter uma boa saúde é o seguinte: devemos evitarabsolutamente metais na boca! Amálgama, ouro, titânio e outras ligas, metal, independentemente do que está envolvido (incluindo implantes) não deve encontrar lugar na boca! A experiência tem mostrado que nenhum metal na boca, a longo prazo, é prejudicial para a saúde de muitos pacientes.
Como é possível que a mandíbula influenciar a posição?
"Suspenso" sob a mandíbula é osso hióide, o qual está ligado não só ao maxilar, mas também a parte posterior do crânio na região do Atlas. O osso hióide é o único osso do corpo, sem ligações diretas com outros ossos, este é osso praticamente independente.
O osso hióide no corpo comporta-se como o nível de espírito Mason: Realiza a regulação da postura estática. O hióide é o ponto crucial de ligação das cadeias musculares de postura dependente. Na parte superior, o osso hióide está ligada à mandíbula, um espaço de mandíbula corresponde a uma corrediça de deslizamento do osso hióide, que por sua vez altera as cadeias de regulação de tensão do músculo da postura estática do corpo.
A sequência é a seguinte: os dentes determinar a posição do maxilar, mandíbula determina a posição do osso hióide e regula a posição do corpo.
Contraturas musculares criadas pelo desalinhamento do Atlas ea posição incorreta da mandíbula, são fatores que determinam as tensões assimétricas no osso hióide e conseqüente dano na postura, como a pelve ou do ombro inclinado maior do que o outro.
Isso explica por que a correção da pelve realizado por quiropraxistas e osteopatas não dura no tempo: o problema básico é a fonte! Até que corrija o Atlas, e, se necessário também a mandíbula, pelve sempre assumir uma posição assimétrica! Prova disso é que a correção do Atlas e da mandíbula, pelve é realinhados por si só e, mais importante, permanece alinhado!
A prática tem demonstrado que a teoria ortopédico já ultrapassada, em que o desalinhamento da pelve tem origem no pé ou na perna problema maior do que o outro, na maioria dos casos não é correto.
Intervir na vida adulta
Na idade adulta, por causa de cáries, posições incorrectas das extracções de dentes, a abrasão devido à noite (bruxismo), a superfície dos dentes, isto é, as cúspides modificado e, portanto, também altera a oclusão na determinação Uma vez que o agravamento da situação.
ANTES intervir nos dentes é necessário estudar exatamente a oclusão e postura para ser claro sobre exatamente o resultado a ser obtido. Sem um risco estudo preliminar piorar ainda mais uma situação já precária, bem como gastar dinheiro desnecessariamente.
domingo, 5 de maio de 2013
Respiração Bucal
http://www.youtube.com/watch?v=WLJFsIqOlF0&feature=player_embedded

Especialista em Disfunção Temporo Mandibular e
Ortopedia Funcional dos Maxilares.
Autor do livro ORTOPEDIA DOS MAXILARES
Autor da técnica REGULADOR DE FUNÇÃO ARAGÃO.
A causa primordial da respiração bucal é a falta do registro no Sistema Nervoso Central (SNC) da respiração pelo nariz no primeiro ano de vida extra-uterina, isto é, o recém-nascido passa a respirar pela boca já no primeiro ano de vida. Mas o quadro descrito acima não é o habitual, pois a criança respira pelo nariz quando amamenta no seio materno, o que é o correto e deve ser feito no mínimo durante um ano.
Durante a respiração nasal, quando é feita a inspiração, o ar que vai para os pulmões através das fossas nasais é acrescido do líquido lacrimal, que deságua do ducto naso-lacrimal na altura dos cornetos inferiores. Este líquido lacrimal, que contém mais de 94 elementos químicos, é levado aos pulmões e é importante nas diversas trocas metabólicas intra-pulmonares, desde a pressão intra-alveolar, quanto na produção de elementos auto-imunizantes que proporcionam ao indivíduo maior resistência à elementos alergênicos.
Quando o indivíduo respira pela boca, não consegue mastigar bilateralmente, alternando os lados da arcada dentária, porque ao movimentar o bolo alimentar de um lado para o outro, o mesmo pode ser aspirado para a traquéia causando engasgos e tosse para expelir o alimento. Então para conseguir respirar pela boca, ele só mastiga unilateralmente.
Com esta mastigação unilateral os músculos da mastigação, os músculos supra e infra-hioideus (do pescoço), da cintura escapular (cíngulo escapular) e os da nuca ficam hipertrofiados e encurtados. Esta situação ocasiona uma elevação do ombro do mesmo lado da mastigação e com esta elevação do ombro todas as fáscias musculares deste mesmo lado elevam o tronco e a cintura pélvica da pessoa. Esta elevação do tronco de um lado (mastigação) faz com que todas as vísceras deste lado sejam estiradas para cima. Simultaneamente do lado oposto, da não mastigação, todas as vísceras sofrerão uma compressão. Nas pernas desta pessoa quando ela estiver de pé o peso do corpo se posicionará todo do lado da não mastigação.
Dá para imaginar a pessoa depois de muitos anos de mastigação unilateral. A seguir comentarei algumas patologias decorrentes da respiração bucal com mastigação unilateral.
Como o respirador bucal não usa o nariz para respirar, o líquido lacrimal escorre pelas fossas nasais irritando a mucosa causando rinite. A falta da expiração nasal do ar causa sinusites, otites, mastoidites, por acúmulo de secreção nos seios paranasais sem limpeza e a conseqüente entrada de bactérias num ambiente com secreção e aquecido, condições ideais de se estabelecer uma infecção.
Como o ar é aspirado pela boca não é umidificado, não é filtrado e nem tem a temperatura equalizada, os brônquios e bronquíolos ficam irritados, inflamados, proporcionando o início de bronquites e asma brônquica. Como os pulmões não inflam totalmente na respiração bucal, pois a posição da cabeça adiantada não permite que as costelas sejam levantadas para que os pulmões ao se elevarem ao se encherem totalmente, com isso as áreas periféricas dos pulmões não são usadas e pode ocorrer nestas áreas uma pneumonia. Com a musculatura encurtada do lado da mastigação e o conseqüente estiramento das fáscias musculares elevando todas as vísceras deste lado, a área do mediastino fica diminuída e comprimida provocando 'dores torácicas atípicas'.
Com a respiração bucal, ao dormir a língua tem uma ptose (queda) e com essa queda faz toques indesejados na área da oro-faringe (inervadas pelos nervo Glossofaríngeo e nervo Vago) e com isso ocasionando reflexos de deglutição (engulir), quando não era para tê-los e esses reflexos indesejados aumentam o tempo de parada respiratória normal, ocasionando uma apnéia do sono, que se não tratada pode evoluir para óbito.
Com a respiração bucal a oxigenação cerebral se torna deficiente e com isso todo o cérebro se ressente. E a qualidade e quantidade dos neurotransmissores cerebrais se tornam inadequadas, como aqueles que formam a Melatonina, indutor do sono. Com a Melatonina prejudicada a pessoa passa a ter insônia.
Com relação à cognição e comportamento a criança respiradora bucal é inquieta e tem de estar em constante agitação na tentativa de buscar mais oxigênio. Então elas são dispersivas e agitadas, mas quando são obrigadas a ficar parada ficam sonolentas e não conseguem apreender o sentido das aulas na escola. Muitas vezes essas crianças são rotuladas como portadores de DDA (Déficit de Atenção) e são medicadas desnecessariamente.
Na área da oro-naso-faringe existem um número enorme de estruturas do sistema linfóide, para a proteção da entrada das vias aéreas superiores. Quando o ar é aspirado pela boca e vem sujo, seco e sem ter a temperatura equalizada, os tecidos linfóides destas áreas reagem ao estímulo agressor aumentando o seu volume, principalmente as Tonsilas palatinas (Amídalas) e as Tonsilas faringeanas (Adenóides) que quase chegam a obliterar estes espaços, provocando as conhecidas Amidalites e Hipertrofia de Adenóides.
Disfunção Temporo-Mandibular
Wilson Aragão Martins
Especialista em Disfunção Temporo Mandibular e
Ortopedia Funcional dos Maxilares.
Autor do livro ORTOPEDIA DOS MAXILARES
Autor da técnica REGULADOR DE FUNÇÃO ARAGÃO.
Respiração Bucal
A causa primordial da respiração bucal é a falta do registro no Sistema Nervoso Central (SNC) da respiração pelo nariz no primeiro ano de vida extra-uterina, isto é, o recém-nascido passa a respirar pela boca já no primeiro ano de vida. Mas o quadro descrito acima não é o habitual, pois a criança respira pelo nariz quando amamenta no seio materno, o que é o correto e deve ser feito no mínimo durante um ano.
Durante a respiração nasal, quando é feita a inspiração, o ar que vai para os pulmões através das fossas nasais é acrescido do líquido lacrimal, que deságua do ducto naso-lacrimal na altura dos cornetos inferiores. Este líquido lacrimal, que contém mais de 94 elementos químicos, é levado aos pulmões e é importante nas diversas trocas metabólicas intra-pulmonares, desde a pressão intra-alveolar, quanto na produção de elementos auto-imunizantes que proporcionam ao indivíduo maior resistência à elementos alergênicos.
Quando o indivíduo respira pela boca, não consegue mastigar bilateralmente, alternando os lados da arcada dentária, porque ao movimentar o bolo alimentar de um lado para o outro, o mesmo pode ser aspirado para a traquéia causando engasgos e tosse para expelir o alimento. Então para conseguir respirar pela boca, ele só mastiga unilateralmente.
Com esta mastigação unilateral os músculos da mastigação, os músculos supra e infra-hioideus (do pescoço), da cintura escapular (cíngulo escapular) e os da nuca ficam hipertrofiados e encurtados. Esta situação ocasiona uma elevação do ombro do mesmo lado da mastigação e com esta elevação do ombro todas as fáscias musculares deste mesmo lado elevam o tronco e a cintura pélvica da pessoa. Esta elevação do tronco de um lado (mastigação) faz com que todas as vísceras deste lado sejam estiradas para cima. Simultaneamente do lado oposto, da não mastigação, todas as vísceras sofrerão uma compressão. Nas pernas desta pessoa quando ela estiver de pé o peso do corpo se posicionará todo do lado da não mastigação.
Dá para imaginar a pessoa depois de muitos anos de mastigação unilateral. A seguir comentarei algumas patologias decorrentes da respiração bucal com mastigação unilateral.
No trato respiratório
Como o respirador bucal não usa o nariz para respirar, o líquido lacrimal escorre pelas fossas nasais irritando a mucosa causando rinite. A falta da expiração nasal do ar causa sinusites, otites, mastoidites, por acúmulo de secreção nos seios paranasais sem limpeza e a conseqüente entrada de bactérias num ambiente com secreção e aquecido, condições ideais de se estabelecer uma infecção.
Como o ar é aspirado pela boca não é umidificado, não é filtrado e nem tem a temperatura equalizada, os brônquios e bronquíolos ficam irritados, inflamados, proporcionando o início de bronquites e asma brônquica. Como os pulmões não inflam totalmente na respiração bucal, pois a posição da cabeça adiantada não permite que as costelas sejam levantadas para que os pulmões ao se elevarem ao se encherem totalmente, com isso as áreas periféricas dos pulmões não são usadas e pode ocorrer nestas áreas uma pneumonia. Com a musculatura encurtada do lado da mastigação e o conseqüente estiramento das fáscias musculares elevando todas as vísceras deste lado, a área do mediastino fica diminuída e comprimida provocando 'dores torácicas atípicas'.
Com a respiração bucal, ao dormir a língua tem uma ptose (queda) e com essa queda faz toques indesejados na área da oro-faringe (inervadas pelos nervo Glossofaríngeo e nervo Vago) e com isso ocasionando reflexos de deglutição (engulir), quando não era para tê-los e esses reflexos indesejados aumentam o tempo de parada respiratória normal, ocasionando uma apnéia do sono, que se não tratada pode evoluir para óbito.
Com a respiração bucal a oxigenação cerebral se torna deficiente e com isso todo o cérebro se ressente. E a qualidade e quantidade dos neurotransmissores cerebrais se tornam inadequadas, como aqueles que formam a Melatonina, indutor do sono. Com a Melatonina prejudicada a pessoa passa a ter insônia.
Com relação à cognição e comportamento a criança respiradora bucal é inquieta e tem de estar em constante agitação na tentativa de buscar mais oxigênio. Então elas são dispersivas e agitadas, mas quando são obrigadas a ficar parada ficam sonolentas e não conseguem apreender o sentido das aulas na escola. Muitas vezes essas crianças são rotuladas como portadores de DDA (Déficit de Atenção) e são medicadas desnecessariamente.
Região da oro-naso-faringe
Na área da oro-naso-faringe existem um número enorme de estruturas do sistema linfóide, para a proteção da entrada das vias aéreas superiores. Quando o ar é aspirado pela boca e vem sujo, seco e sem ter a temperatura equalizada, os tecidos linfóides destas áreas reagem ao estímulo agressor aumentando o seu volume, principalmente as Tonsilas palatinas (Amídalas) e as Tonsilas faringeanas (Adenóides) que quase chegam a obliterar estes espaços, provocando as conhecidas Amidalites e Hipertrofia de Adenóides.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Açucar Branco - O que mais precisamos saber?
http://www.drmarciobontempo.com.br/artigo17.html
çucar Branco - O que mais precisamos saber?
Até cerca de 300 anos atrás a humanidade não usava aditivos doces na sua dieta ordinária. Os povos antigos, civilizações passadas, brilhantes exércitos não conheciam o famoso aditivo doce. O mel era usado eventualmente, mais como remédio. Este processo histórico prova que o açúcar branco é desnecessário como alimento. Foi só a partir dos dois últimos séculos que o açúcar começou a ser produzido e consumido de forma cada vez mais intensa. Com a sofisticação da técnica, purificou-se mais ainda o açúcar de cana retirando-se dele apenas a sacarose branca. Hoje somos uma civilização, consumidora de milhares de toneladas diárias de açúcar.
O açúcar branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc., resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento. O corpo humano não necessita de açúcar branco. O que é realmente necessário é a glicose, ou seja, a menor partícula glicídica dos carboidratos. A glicose, por sua vez, é importante para o metabolismo, pois produz energia ao ser “queimada”. Embora se diga que “açúcar é energia”, sabemos bem que a citação é apenas modesta, pois, na verdade, deveríamos dizer que “açúcar é superabundância de energia química concentrada” e eis aí o problema: açúcar é sempre excesso de energia, além das necessidades reais, e este excesso tende a depositar-se, a exigir trabalho orgânico extra, a diminuir o tempo de vida, pois a célula só usa o que necessita, todo o resto passa a “estorvo” metabólico. Outro fato importante é que, ao consumir um produto extremamente concentrado, isolado, exigiremos do organismo uma complementação química. Por exemplo, vai exigir muito cálcio e magnésio do metabolismo e das reservas; ele “rouba” os nossos depósitos de um modo diretamente proporcional a quantidade ingerida. Podemos dizer então que o açúcar é descalcificante, desmineralizante, desvitaminizante e empobrecedor metabólico. Açúcar não é “alimento”, mas um poderoso “antinutriente”, um grande ladrão. Razão pela qual Willian Dufty, em seu mais que consagrado livro sobre o açúcar, o “Sugar Blues”, considera-o como uma “droga doce e viciante que dissolve os dentes e os ossos de toda uma civilização”. Seus efeitos nunca são imediatos, mas lentos, acumulativos, insidiosos, drenando a saúde aos poucos. O consumo da droga doce vem aumentando nos últimos anos. Se levarmos em conta que não necessitamos de açúcar, tudo o que se consome é excessivo, supérfluo, além do que o corpo precisa. Lembramos que 100 por cento dos carboidratos (farinhas, cereais, açúcar das frutas, etc.) transformam-se em glicose, 60 por cento das carnes ingeridas e até mesmo 15 por cento das gorduras e óleos também se convertem em glicose; é assim que normalmente mantemos as necessidades bioquímicas do corpo. Isso explica por que povos antigos não necessitavam de açúcar extra. Se julgarmos que açúcar é essencial, então devemos ter como certo que cada viking, mongol, huno, árabe, grego ou romano deveria consumir cerca de 300gr por dia de um açúcar que naquelas épocas absolutamente não existia. Os conhecimentos e conceitos científicos, principalmente em nutrição, têm sido manipulados, truncados e adulterados. Devemos entender que a alimentação comum, sem aditivos doces, contém quantidades suficientes de glicose que são armazenadas no fígado sob a forma de glicogênio; em situações de necessidade essas reservas de energia são mobilizadas e entram na circulação sanguínea. Hoje, ingerimos mais “energia” do que precisamos. Paradoxalmente, quem come muito açúcar fica dependente organicamente do mesmo e tende a ter menos força. Grandes consumidores de açúcar geralmente são fracos, astênicos, que não podem fazer quase nada sem usar um pouco de doce. Aqui, num dos maiores produtores de açúcar do mundo, (Brasil) consomem-se cerca de 200 g por dia – por pessoa, o que é pouco comparado aos EUA: 400 g em média, por dia. É claro que somos obrigados a falar em termos de média de consumo, pois existem aqueles que não usam nada, até grandes viciados que usam perto de 1000 g diárias e até mais. Mas um povo como o nosso, usando 200 g diárias per capita consome cerca de seis quilos por mês, o que admite 72 quilos por ano, e tudo isso além das necessidades metabólicas, geralmente ingeridos por puro “prazer”, ou seja: docinhos, chocolates, sorvetes, tortas, pudins, sucos ultra-açúcarados etc. Isso nos leva a consumir quase uma tonelada do pó branco em cada dez anos de vida. Então um homem de 35 anos geralmente fez passar pelo seu sangue, até hoje, cerca de três toneladas de açúcar. Perguntamos se, sinceramente, as autoridades e os profissionais ligados à saúde acham que tal abuso não causa dano algum. Açúcar Branco Como Causa de Câncer e Doenças Modernas Sabemos bem que o açúcar é o principal representante da alimentação industrializada moderna. Temos consciência de que 85 por cento das doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar e por uma nutrição desequilibrada. Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida”, ele está diretamente ligado à causa ou à colaboração para o surgimento de várias doenças, como a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, as varizes, as enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, distúrbios menstruais, infecções, pressão alta, prisão de ventre, diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, anomalias digestivas variadas, cáries dentárias, problemas de crescimento, osteoporose, ossos fracos, doenças do colágeno, doenças de auto-agressão etc. Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje. A incidência do câncer de mama pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos. Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar. Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá. Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea. Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor. Açúcar Como Fator Principal da Hipoglicemia e Diabetes Um dos efeitos mais diretos dos excessos de consumo do açúcar é a hipoglicemia, ou seja, falta de açúcar no sangue. Hipoglicemia é um distúrbio que se manifesta sob variadas formas, determinando mais comumente langor, fraqueza, sensação de desmaio iminente, vertigens, tonturas, prostração, angústia, depressão, palpitação cardíaca, sudorese, sensação de irrealidade etc. A depressão provocada é variável, dependendo do indivíduo, podendo ser ausente ou fraca ou até mesmo extremamente forte, incapacitante. Sabemos que muitas pessoas são tratadas pela psiquiatria e até internadas por depressão, cuja única origem é hipoglicemia, ou falta de açúcar em demasia, e se pesquisarmos, grande parte desses pacientes usa muito açúcar. O mecanismo é muito simples: ao consumirmos açúcar em demasia, o organismo, através das células beta das ilhotas de Langherhans do pâncreas, produz muita insulina, que é o hormônio responsável pela “queima” da glicose do sangue. Ora, quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é produzida. Com o tempo, e com o consumo continuado, o pâncreas produz mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose proveniente do sistema porta e hepático. Um pouco mais de insulina determina queima a mais de glicose, gerando falta. O nosso organismo dispõe de um sistema de regulagem que mantém entre 70 e 110 mg de glicose em cada 100 ml de sangue. Mais insulina do que o normal vai produzir uma queda destes níveis, determinando hipoglicemia. O cérebro é o órgão mais diretamente afetado com isso, daí os mais freqüentes sintomas de depressão, tremores, agitação. O tratamento em caso de hipoglicemia é o primeiro uma boa avaliação e depois diminuição lenta do consumo de açúcar, paralelo a uma dieta bem apropriada. Quase é necessário acompanhamento médico abalizado. A evolução natural da hipoglicemia, embora muito variável, é o diabetes. Dependendo de uma série de fatores o pâncreas pode entrar em “cansaço” após anos de produção excessiva de insulina; ele começa a produzir menos do que o necessário e como resultado começam a aumentar no sangue os níveis de açúcar, determinando uma hiperglicemia. Nesta situação os sintomas já são completamente diferentes da hipoglicemia. Aqui o paciente não sente nada, a não ser muita sede, muita vontade de urinar e talvez muita fome. O açúcar circulante começa a ser depositado e os problemas do diabetes vão surgindo. Parece-nos importante que antes de pesquisar um vírus como causa do diabetes, que se compreenda a importância do excesso de consumo de açúcar como gênese mais direta da doença, talvez devido ao enfraquecimento biológico-imunológico que permita a penetração de um vírus. A verdade é que as estatísticas e os estudos de médicos integralistas apontam que diabéticos comuns consumiram muito doce e que diabéticos insulino-dependentes tiveram parentes que o faziam ou eram já diabéticos. Dados oficiais já apontam hoje que perto de 30 por cento da população do 1° mundo é pré-diabética e hoje cresce o número de diabéticos no mundo. O Açúcar Branco é Apontado Como Principal Causa da Diminuição da Resistência às Infecções, Subnutrição e Morte no Terceiro Mundo Existe muita preocupação na diminuição da mortalidade infantil no Terceiro Mundo, onde impera a desnutrição, a diarréia, e as doenças carenciais. Porém não se tem prestado atenção à presença do açúcar como fator desmineralizante e desvitaminizante, usado em abundância na dieta das crianças nos países subdesenvolvidos. Vários estudos têm mostrado que a quantidade de proteínas na dieta desses povos é freqüentemente próxima daquela apontada pela FAQ como básica para o desenvolvimento e crescimento (0,635 g por quilo de peso por dia além dos dois anos de idade). Então acredita-se que a causa dos problemas relacionados com essas crianças seria devido à má higiene, a agentes vetoriais de doenças, verminose, falta de saneamento básico, leite materno fraco etc. Estes são estudos mais modernos, pois até agora coloca-se que a falta de proteínas na alimentação é causa determinante. Califórnia, cientistas da Escola de Odontologia da Universidade de Loma Linda provaram que o poder bactericida dos leucócitos (capacidade das células de defesa destruírem bactérias) diminui muito quanto mais alta a taxa de açúcar no organismo. A célula de defesa de uma pessoa que não usa açúcar é capaz de destruir cerca de 14 bactérias invasoras, ao passo que se essa mesma pessoa ingerir 24 colherinhas rasas de açúcar branco o seu leucócito é capaz de destruir apenas uma bactéria. Existem muitos livros hoje publicados que apontam a ação negativa do açúcar. Num interessante trabalho dos Drs. Wilder e Kay, denominado “Handbook of Nutrition” encontramos a seguinte citação: “O açúcar não supre coisa alguma à nutrição, apenas calorias. As vitaminas oriundas de ouros alimentos são erosadas pelo açúcar para poder liberar calorias”. Apesar das inúmeras provas contra o açúcar como as apresentadas aqui, verificamos a continuidade de uma intensa propaganda aconselhando seu uso e, o que é pior, médicos mal-informados permitindo e incentivando o consumo do mesmo. Temos o exemplo do Dr. L. Rosenvold que, na pág. 22 do seu livro “Nutrition for life”, afirma o seguinte: O açúcar branco é um alimento quase ideal, barato, limpo, branco, portátil, imperecível, inadulterável, livre de germes, altamente nutritivo, completamente solúvel, totalmente digerível, não requer cozimento e não deixa resíduos. Seu único defeito é a sua perfeição. É tão puro que o homem não pode viver dele.” Hoje existem toneladas de livros escritos sobre nutrição; qualquer um julga-se capaz de publicar algo no gênero. O Dr. Rosenvold apontou apenas duas verdades na frase acima, que o açúcar é branco e portátil... O maior absurdo da sua citação é que o açúcar é altamente nutritivo”... Curioso é que o açúcar só tem glicose, sendo pobre em tudo o mais... O Que Usar? Não Precisamos de Açúcar? É necessário reaprender a sentir o sabor natural dos alimentos, sem acrescentar nada. Eventualmente poderemos usar mel ou açúcar natural de cana, o mascavo, em pequenas quantidades. Percebemos que assim teremos até mais energia do que o normal, apenas por ter evitado desgastes excessivos com ingestão de superabundância de energia química. Apenas os cereais integrais, as frutas, o legumes etc. têm a capacidade de fornecer aquilo de que necessitamos. No caso de desportistas e pessoas que produzem desgaste físico, uma certa quantidade de mel pode ser usada sem problemas. No caso de diabéticos e hipoglicêmicos, aconselhamos o acompanhamento médico para evitar problemas mais sérios, evitando inclusive orientadores naturistas e macrobióticos que não tenham conhecimentos e experiência em termos de bioquímica e fisiologia, fisiopatologia e clínica médica. Para pessoas que não têm grandes problemas mas querem parar de consumir açúcar, sugerimos uma eliminação lenta, gradativa, porém consciente, de doces, refrigerantes, sorvetes etc., até adotar uma dieta mais natural e equilibrada. Aproveitamos para alertar que muitos alimentos industrializados e manipulados possuem açúcar, muitos dos quais nem imaginaríamos, como: pão branco comum, pão integral de supermercados, macarrão em pacotes, enlatados, carnes condicionadas, biscoito e bolachas salgadas etc. Para aqueles que usam adoçantes artificiais, sacarina e ciclamatos, aconselhamos abolir o hábito imediatamente, pois representam produtos muito perigosos. Apesar da comprovação de que são substâncias cancerígenas, verbas astronômicas são gastas por laboratórios interessados em pesquisa do tipo: “Ainda não conseguimos provar que adoçantes sintéticos não produzem câncer”. |
Em termos de história, relativamente recente, o homem aprendeu a obter açúcar bruto (mascavo e amarelo), e somente nas últimas décadas os países desenvolvidos começaram a produzir enormes quantidades (dez mil toneladas) de açúcar branco refinado, contendo 99,75 por cento de sacarose, tornando-o um reagente químico. Lado a lado com esta depuração houve um aumento no consumo de açúcar branco atingindo, nos países altamente desenvolvidos, 100/140 g diárias por pessoa.
Tornou-se tão letal, que o nutricionista britânico Dr. A. Yudtkrin batizou seu livro sobre o problema de açúcar “Puro, Branco e Mortal” enquanto o Dr. Hall, cientista canadense, intitulou seu capítulo sobre açúcar, “O Vilão – Açúcar Refinado”.
Tornou-se tão letal, que o nutricionista britânico Dr. A. Yudtkrin batizou seu livro sobre o problema de açúcar “Puro, Branco e Mortal” enquanto o Dr. Hall, cientista canadense, intitulou seu capítulo sobre açúcar, “O Vilão – Açúcar Refinado”.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Programa A SAÚDE COMEÇA PELA BOCA.
Primeiro programa
A vitamina D e a saúde Bucal.
Programa 1
http://www.4shared.com/mp3/rNnfEClu/Saude_comea_pela_boca_1.html?
Programa 2
Emoções e a Saude
http://www.4shared.com/mp3/MN8Qy7fc/Programa_Saude_P_Boca_2_Emoes.html?
Programa 3
http://www.4shared.com/mp3/CApPRqUw/Saude_Comea_Pela_Boca_3_Bruxis.html?
Programa 4
http://www.4shared.com/mp3/EgN8u9YG/Saude_Comea_Pela_Boca_4.html?
Programa 5
http://www.4shared.com/mp3/MSnIDXEI/Saude_Comea_pela_Programa_5.html?
A vitamina D e a saúde Bucal.
Programa 1
http://www.4shared.com/mp3/rNnfEClu/Saude_comea_pela_boca_1.html?
Programa 2
Emoções e a Saude
http://www.4shared.com/mp3/MN8Qy7fc/Programa_Saude_P_Boca_2_Emoes.html?
Programa 3
http://www.4shared.com/mp3/CApPRqUw/Saude_Comea_Pela_Boca_3_Bruxis.html?
Programa 4
http://www.4shared.com/mp3/EgN8u9YG/Saude_Comea_Pela_Boca_4.html?
Programa 5
http://www.4shared.com/mp3/MSnIDXEI/Saude_Comea_pela_Programa_5.html?
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